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sexta-feira, 22 de junho de 2018

Governo Trump envia verba e ajuda extra a cristãos perseguidos no Iraque

A situação de calamidade que os cristãos e outras minorias enfrentam no Iraque não está passando despercebida da administração Donald Trump na Casa Branca. Conforme prometido em campanha, o presidente dos Estados Unidos está mobilizando um reforço no efetivo militar no país que foi assolado pela ação do Estado Islâmico. A região norte do Iraque ainda enfrenta as consequências da destruição promovida pelos extremistas muçulmanos, e após a insistência do vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID, na sigla em inglês) colocou em ação um plano de envio de nova verba para comunidades cristãs e yázidis. “No norte do Iraque — que abrigou grandes comunidades de cristãos e outras minorias, muitas das quais abandonaram suas casas ou fugiram do país — a USAID está comprometida em criar condições para que essas comunidades possam retornar com segurança às suas terras ancestrais”, afirmou Mark Green, executivo da agência. Agora, o próximo passo do executivo é viajar ao Iraque para se reunir com as lideranças locais e estabelecer um plano de ação que permita maior eficiência na assistência e distribuição de ajuda aos que atravessam extrema necessidade. “Já canalizamos dezenas de milhões para a região, mas sabemos que a necessidade é muito maior e que precisamos fazer mais para atender às necessidades urgentes dessas populações ameaçadas — e nós faremos isso”, enfatizou. Ao longo de 2017, o Departamento de Estado reforçou o apoio às ações da USAID e redirecionou US$ 113,5 milhões para as ações no Iraque. Segundo informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN), os valores foram destinados especificamente às comunidades perseguidas na região de Nínive. “Os Estados Unidos têm um legado orgulhoso de se posicionar a favor de minorias étnicas e religiosas vulneráveis. Proteger o direito das pessoas de escolher suas próprias crenças e culturas está no centro dos valores de nossa nação desde sua fundação. De fato, este é um valor que continuarei promovendo todos os dias ao redor do mundo como chefe da USAID”, concluiu Mark Green.
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quarta-feira, 20 de junho de 2018

Homem caminha 241 km oferecendo orações e conversas: “Deus me sustentou todos os dias”

Tony Thornton, membro da Primeira Igreja Metodista Unida em Bossier City, nos Estados Unidos, decidiu colocar em prática uma estratégia inusitada em nossos dias para anunciar o evangelho de Jesus Cristo aos desconhecidos. Ele caminhou 241 quilômetros durante uma semana, oferecendo orações e conversas para quem encontrava pelo caminho. A ideia de Tony surgiu durante um culto: “Eu estava sentado na igreja em um domingo e pensei, ‘você não tem que andar 1.000 quilômetros ou 5.000 quilômetros de distância, há uma missão aqui. Eu decidi caminhar 34 quilômetros por dia durante sete dias, apenas orando pelas pessoas e pelos bairros”, disse ele, segundo o Christian Post. Para Tony, essa foi a maneira que encontrou para superar a sua dificuldade de falar com pessoas. O desafio lhe motivou a sair da “zona de conforto”, algo que após retornar para sua casa lhe fez enxergar a jornada como uma experiência de crescimento. “Eu geralmente não sou de falar com alguém”, disse ele. “Quando você sai da sua zona de conforto, isso é quando o crescimento acontece”. De fato, a missão de Tony serviu como testemunho para outras vidas. Ele contou em sua página no Facebook alguns dos encontros que teve com pessoas que oraram junto com ele: “Joel Kees saiu do Weds de manhã e orou pela minha jornada antes de ir trabalhar. Joel você é incrível e eu amo as conversas que tivemos”, disse ele. De volta da caminhada, Tony disse ter aprendido que o ser humano precisa de mais atenção e conversa. “Eu acho que muitas pessoas podem nunca ser reconhecidas como uma pessoa, então o poder de uma conversa mostra que você se importa”, disse, destacando que “a grande tragédia do mundo não é a oração não respondida, é a oração não oferecida”. “Você só vê o quão poderoso e ferido está o mundo e algo tão simples como falar com alguém é tudo o que você precisa fazer. É tão simples e nós complicamos isso”, acrescenta. Por fim, Tony também destacou a importância da sua família, esposa e filhos, por terem compreendido a sua missão e terem lhe acolhido no final da jornada. A fé em Deus, contudo, foi o seu maior sustento: “Cara que jornada. Deus me sustentou todos os dias para chegar a este dia”, disse ele.
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terça-feira, 19 de junho de 2018

“Não farei acordo com o diabo”, diz Bolsonaro ao recusar alianças políticas por tempo na TV

A campanha eleitoral para a presidência da República terá diversos fatores incomuns, incluindo o fato de o líder das pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL) praticamente não ter tempo de propaganda na TV. E, se depender de acordos políticos escusos, o presidenciável prefere continuar dessa forma. Em visita ao Maranhão na última semana, Bolsonaro afirmou que não montará uma coligação apenas para aumentar seu tempo de TV, por ter compromisso de romper com o modelo “toma lá, dá cá” que vem sendo adotado desde 1994 pelos presidentes eleitos. “Não farei acordo com o diabo para ter tempo de TV”, disse Bolsonaro, acrescentando que sua campanha se baseará nas redes sociais. “Propaganda hoje é feita com isso aqui [celular]. Tivemos o exemplo nos Estados Unidos, ninguém acreditava no Trump, mas ele ganhou”, argumentou, de acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo. Convicto de que tem apoio popular, o deputado federal criticou as pesquisas de intenção de voto, em especial, o instituto Datafolha: “Pesquisas no Brasil estão sob suspeitas. Pesquisas no Brasil, como regra, sempre foram usadas para ganhar voto. O eleitor que não gosta de falar, muitas vezes [diz] ‘não vou votar no cara que está perdendo’, aí vota no cara só porque está na frente”, disse Bolsonaro. Em uma crítica mais direta ao Datafolha, afirmou: “Nós carecemos no Brasil de uma fonte de pesquisas confiável”. O instituto de pesquisas ligado à Folha de S. Paulo é alvo, há anos, de piadas nas redes sociais que colocam sua credibilidade e metodologia em xeque. A pré-candidata ao governo do Maranhão, Maura Jorge (PSL), afirmou que existe má vontade da grande mídia contra Bolsonaro, que pinta uma imagem preconceituosa do presidenciável: “Para acabar com o factoide, ele escolheu uma mulher, nordestina e maranhense para apoiar no Maranhão”, afirmou a ex-prefeita do município de Lago da Pedra e deputada estadual por quatro vezes. “As pessoas querem alguém que ame a sua pátria, alguém que afaste o comunismo. O Maranhão, a partir de 2019, não será mais governado por comunistas”, concluiu Bolsonaro, ressaltando seu apoio a Maura Jorge e criticando o governador Flávio Dino, do PCdoB.
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sexta-feira, 15 de junho de 2018

“Somente corajosos fazem a paz”, diz Trump a Kim Jong-un após assinatura de acordo

“Somente corajosos fazem a paz”, diz Trump a Kim Jong-un após assinatura de acordo13 de junho de 2018 Na última terça-feira, 12 de junho, o mundo respirou aliviado após o encontro entre o presidente norte-americano Donald Trump e o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, em Singapura. Um acordo de paz foi assinado, garantindo o fim das armas nucleares na península da Coreia, e abrindo portas para resolução de outras questões, incluindo a perseguição religiosa no país. Com um aperto de mão, face a face, Trump disse ao ditador norte-coreano que o acordo era resultado de uma ação corajosa: “O presidente Kim tem a chance de aproveitar um futuro incrível para o seu povo. Qualquer um pode fazer guerra, mas só os mais corajosos podem fazer paz”, disse o norte-americano. O acordo é considerado histórico porque, além de firmar um compromisso com a desnuclearização na região, garante um pacto de não-agressão entre os dois países. “Nós temos aqui uma reunião histórica e decidimos deixar o passado para trás e estamos prestes a assinar um documento histórico”, afirmou Kim. Dessa forma, Estados Unidos e Coreia do Norte estabeleceram um novo paradigma de relações diplomáticas, em busca de uma “paz duradoura e estável”, segundo informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN). Um dos itens é que os EUA poderão ir ao território norte-coreano para recuperar os restos mortais de prisioneiros norte-americanos, mortos na guerra Guerra da Coreia. Por outro lado, os EUA se comprometeram a reduzir seus exercícios militares com a Coreia do Sul, mas não farão redução de pessoal. “Não estamos reduzindo nada”, disse Trump. “Em algum momento quero tirar nossos soldados. [Vou] levá-los de volta para casa, mas não agora”, acrescentou. Outro ponto explorado no acordo refere-se aos Direitos Humanos, e Trump revelou que a perseguição religiosa foi um dos temas da conversa. “Cristãos, sim. Franklin Graham passa uma quantidade enorme de tempo na Coreia do Norte e as coisas vão acontecer”, garantiu o presidente. “O mundo vai ver uma grande mudança. Eu gostaria de expressar minha gratidão ao presidente Trump”, afirmou Kim Jong-un. Apesar de as sanções econômicas contra a Coreia do Norte ainda não terem sido suspensas, o país tem em suas mãos a chance de mudança do cenário, uma vez que a ajuda internacional chegará à medida que o processo de desnuclearização avance e seja comprovado.
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Vaticano desmantela narrativa do PT ao negar que papa Francisco tenha enviado terço para Lula na prisão

O PT adotou como estratégia de mobilização uma guerrilha midiática, com divulgação de fake news a respeito do cumprimento de pena de Lula (PT). Na última segunda-feira, 11 de junho, o partido anunciou que um assessor do papa Francisco havia sido impedido de entrar na carceragem da PF para entregar um terço ao ex-presidente, mas foi desmentido pelo Vaticano no dia seguinte. Ao longo de aproximadamente 24 horas, o boato sobre o impedimento da visita de um assessor do papa a Lula – a quem o PT se refere como “preso político” – circulou com força nas redes sociais, incendiando os militantes do partido, que fizeram todo tipo de especulação e ilação. A repercussão da fake news foi tão grande que o Vaticano se viu obrigado a desmentir a narrativa. “Vim com muita esperança para trazer uma mensagem ao ex-presidente Lula e lamentavelmente, de forma um tanto inexplicável para mim, os funcionários da Superintendência, por uma ordem que entendi que vinha de cima, resolveram impedir a visita”, disse o advogado Juan Grabois na segunda-feira, em entrevista a jornalistas em frente à sede da PF. Na construção do boato, o PT usou seu site oficial para afirmar que “policiais federais ficaram com o presente, prometendo entregá-lo ao verdadeiro dono”. No entanto, em nota divulgada através de suas redes sociais oficiais, o Vaticano afirmou que não enviou nenhum representante “em nome do papa Francisco” a Curitiba para entregar um terço ao ex-presidente, que cumpre pena de 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. A Santa Sé pontuou que o rosário mencionado no rumor era um terço abençoado como qualquer outro, mas que não havia sido especificamente enviado a Lula por Francisco. “O advogado argentino Juan Gabrois, fundador do Movimento dos Trabalhadores Excluídos e ex-consultor do Pontifício Conselho Justiça e Paz, deu uma entrevista em sua tentativa de visitar o ex-presidente Lula na prisão de Curitiba, onde está detido há mais de dois anos meses. Grabois disse que a visita era pessoal e não em nome do Santo Padre. Ele não teve a permissão para se encontrar com Lula”, contextualizou o Vaticano. “Na entrevista, ele nunca declarou que foi o papa a enviar o terço, mas simplesmente que se tratava de um terço que tinha sido ‘abençoado’ pelo papa. Terços como esse são levados, como o Santo Padre deseja, a tantos prisioneiros do mundo sem entrar no mérito de realidades particulares”, concluiu a nota.
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Muçulmanos radicais estão “decapitando pessoas e queimando aldeias” em Moçambique

Autoridades religiosas estão denunciando a situação de caos vivenciada pelos cristãos em Moçambique, país localizado no sudeste do Continente Africano. Missionários como Rolland e Heidi Baker, do ministério internacional Iris Global na África, afirmaram que os ataques praticados por muçulmanos radicias estão “fora de controle”. Os missionários utilizaram suas redes sociais para tentar chamar atenção das autoridades internacionais, que não parecem dar muita atenção ao avanço do extremismo islâmico no país. Mike Bickle, da Casa Internacional de Oração (IHOP), também foi outro que se manifestou pedindo ajuda para os cristãos de Moçambique. Eles disseram que no interior do país, islâmicos estão “decapitando pessoas e queimando aldeias”, e que estão com medo de que a sede do ministério Iris Global, em Pemba, se torne um dos alvos atacados. Atualmente a instituição possui 250 alunos e um eventual ataque extremista muçulmano poderia resultar em um grande massacre. Cerco fechado Para se protegerem, os missionários Rolland e Haidi querem evacuar a sede do Iris Global, levando todos para Johannesburg, na África do Sul, mas para tentar impedir que um número maior de extremistas islâmicos entrem na região, os militares fecharam as estradas, impedindo a evacuação. Recentemente um comunicado feito pelo porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) informou que pelo menos 10 pessoas foram decapitadas, incluindo crianças, por um grupo islâmico chamado “al-Shabab” (“os jovens” em árabe), o mesmo acusado de queimar 230 casas e decapitar 23 cristãos, segundo o noticiário local News24. Apesar de toda essa turbulência, perseguição e cenas de terror promovidas pelos radicais islâmicos, os missionários se mantém firmes na posição de anunciar o evangelho de Jesus Cristo. Eles pedem oração dos irmãos ao redor do mundo: “Mesmo em meio às dificuldades, continuamos a nos esforçar para pregar o evangelho. Ontem, fomos encorajar uma de nossas igrejas locais e finalizamos a compra de terras para construir uma nova igreja/escola/ponto de captação de água! Passamos o dia adorando e clamando para ver a ação de Deus no norte de Moçambique. Obrigado a todos que podem orar conosco!”, escreveu Heidi Baker, segundo o Charisma News.
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sexta-feira, 27 de abril de 2018

Guardas municipais acusam evangélicos de pichação e os agridem fisicamente em delegacia

Os fiéis da controversa denominação Igreja Pentecostal Geração de Jesus Cristo, no Rio de Janeiro, se envolveram numa briga generalizada com agentes da Guarda Municipal da capital fluminense. O confronto terminou com 12 feridos. A confusão foi registrada na madrugada da última quinta-feira, 26 de abril, quando os fiéis caminhavam por Ipanema e foram abordados pelos guardas municipais, sob a acusação de terem feito pichações. Os fiéis negam e afirmam que o grupo havia acabado de sair do culto. Segundo informações do jornal O Dia, os evangélicos foram levados à 12ª DP (Copacabana), onde a confusão começou. O estopim do confronto teria sido uma provocação feita por um dos guardas, que teria zombado dos fiéis quando estes começaram a cantar enquanto aguardavam o registro do Boletim de Ocorrência. “Fomos num comboio de carros. Éramos uma 50 pessoas. Os guardas nos abordaram porque estávamos de preto, nos acusaram de pichar monumentos e nos levaram para a delegacia”, afirmou Daiana Lores, 21 anos, filha do líder da denominação, pastor Tupirani da Hora Lores. “Um guarda com nome de Bispo começou a incitar os outros, nos chamou de baderneiros e começaram a nos bater. Todo mundo foi agredido. Foi uma covardia porque vieram por trás e a gente pedia calma”, relembrou Daiana. No meio da confusão, doze pessoas ficaram feridas e foram levadas ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea. Um deles, identificado como Jorge Alves de Souza, de 60 anos, está internado em estado grave. A Guarda Municipal disse que está apurando a ação em Copacabana, pois a postura dos guardas flagrada no vídeo que circula nos aplicativos de troca de mensagens, como o WhatsApp, “não condiz de forma alguma com os preceitos, orientação e os procedimentos operacionais da instituição”. Em nota, a instituição reiterou que o grupo de evangélicos foi flagrado pichando o Parque Garota de Ipanema, e um deles, identificado como Diego Luiz Ribeiro de Figueiredo foi autuado em crime ambiental na 12ª DP. Pichação O pastor Tupirani admitiu que os fiéis da denominação fazem pichações anunciando a visão da igreja, mas que naquela noite, não houve nenhuma ação nesse sentido: “Existem inscrições antigas lá. De hoje não. O motivo todo se deu em torno de hoje. Essas coisas são bem antigas, e realmente houve uma equipe que passou por lá há uns 15 dias. Essa equipe é da nossa igreja. Mas as inscrições, segundo eu sei, foram inscrições feitas no chão”, afirmou, em entrevista ao Bom Dia RJ, da TV Globo. Essa não é a primeira vez que o grupo de fiéis se envolve em confusão. As pichações que surgem com frequência em pontos turísticos do Rio de Janeiro dizem “Bíblia sim, Constituição não. Jesus voltará em 2070”. Áreas como o calçadão do Largo da Carioca, saída do metrô Uruguai, passarela do Maracanã, Museu da República, Catete, Parque Garota de Ipanema e outros pontos, assim como nas regiões Serrana e dos Lagos, têm sido vandalizadas com as pichações. Em 2017, a Igreja Pentecostal Geração Jesus Cristo já havia atraído holofotes da mídia, quando os fiéis organizaram uma passeata em protesto aos muçulmanos, referindo-se a eles como “assassinos”, “pedófilos” e “terroristas”. Na ocasião, formadores de opinião acusaram o líder da denominação, pastor Tupirani da Hora Lores, de promover intolerância religiosa, e ele terminou preso.
Fonte:Noticias Gospel Mais/Por-http://www.radionovaalianca.net/